2 SONGS 4 VOWW - Voices of Women Worldwide
«Pensar globalmente, agir localmente.»
(Marilyn Fergunson, "The Aquarian Conspiracy")

«Depois de o i ter anunciado hoje a realização de uma concentração em frente à Assembleia da República na quinta-feira, convocada por um grupo alargado de autores de blogues de esquerda e de direita, surge agora uma petição pública na internet (www.peticaopublica.com/?pi=P2010N1213) em que se escreve que "o primeiro-ministro não pode continuar a recusar-se a explicar a sua concreta intervenção em cada um dos sucessivos casos que o envolvem."
Assinada pela porta-voz do movimento, Ana Margarida Craveiro, a petição conta, entre outros subscritores, com Vasco M. Barreto, Manuel Falcão, Henrique Raposo, Luís Rainha e Gabriel Silva. "Todos pela Liberdade" é o lema dos peticionários que apelam "aos órgãos de soberania para que cumpram os deveres constitucionais que lhes foram confiados e para que não hesitem, em nome de uma aparente estabilidade, na defesa intransigente da Liberdade."
A manifestação está convocada para as 13h30 de quinta-feira em frente da Assembleia da República.
Como o i adianta na sua edição de hoje, “Todos pela liberdade, concentração à frente da Assembleia” é o lema que um grupo de autores de blogues políticos lança hoje na internet. Convocam deste modo uma concentração pela liberdade de imprensa em frente ao Parlamento na próxima quinta-feira. Num dos textos que está a ser publicado em diversos blogues e também enviado por email, escreve-se que “Portugal assistiu a uma sequência de notícias que atestam o lamentável estado das nossas instituições democráticas.” Mais: “O valor da liberdade de imprensa é inquestionável, e não podemos admitir que haja governantes em conluio com o poder económico sob alçada do partido/Estado, a atentar contra a liberdade de acção de órgãos de comunicação social considerados nocivos ao poder politico.”
Afirmando-se independentes, “da esquerda à direita”, os bloggers dizem que “é tempo de agir contra estes métodos e contra a visão da democracia de José Sócrates”. Em conclusão, adiantam que “o actual primeiro-ministro não tem condições para continuar a exercer o cargo” e “o PS, enquanto partido mais votado, deve assumir as suas responsabilidades”.»
Lá está a máxima que inspira este blog a fazer das suas outra vez... Pensar globalmente e agir localmente implica "desligar a ficha" dos grandes males e ministrar pequenos remédios. Se todos fizermos isto - pessoas e empresas - sem darmos por isso, os grandes males passam à história.
Como não é fácil e o tempo urge, vou ser breve relativamente ao Natal dos Sem Abrigo, que João Reis (Meninos do Rio - Sushirio) idealizou e lançou no Facebook. As redes sociais têm a virtude de comunicar causas a quem se importa e de potenciar sinergias capazes que fazer acontecer o que faz falta.
Pois o João está, em termos muito simples, a desafiar todos aqueles que esperam receber neste Natal a melhor prenda de todas: a oportunidade de dar a quem mais precisa!
Queres ser um dos contemplados? Óptimo! Vai à página da iniciativa no Facebook e vê de que forma podes ajudar. Há inúmeras formas de o fazer: os particulares e as empresas podem dar dinheiro ou doar produtos (para prendas e cabazes de Natal), e quem quiser marcar presença no dia 25 pode cozinhar, colaborar durante o almoço, "dar música" aos sem-abrigo, contar anedotas, enfim, dar, dar muito e dar bem.
Quem não está no Facebook, pode contactar-me. Procurarei encaminhar o contacto para o facilitador(a) do tipo de apoio escolhido e facultar outras informações.
Quando os nossos olhos se abrem para o que se passa à nossa volta, todos somos responsáveis por melhorar, pelo menos, o que está francamente mal. Sozinhos dificilmente conseguimos grande coisa, mas quanto maior for o apoio mobilizado neste caso, maior será o almoço e, este ano em Lisboa, mais sem-abrigo terão Natal.
Citando o João, «sinto que vamos fazer a diferença. A energia que se criou á volta desta ideia que me surgiu apenas ontem, é imensa. Nunca tinha recebido tantas mensagens de apoio, apreço, admiração, encorajamento, disponibilidade como agora. Arrisco-me a ter o meu melhor Natal de sempre.»
Vamos a isto?
Feliz Natal!
Por ironia do destino, o Mundo está a unir-se para dizer algo importante aos decisores políticos e eu estou enfiada em casa, afónica e com problemas nos pulmões... Podem ajudar-me a passar a palavra relativamente ao que vai passar em Lisboa? Esta tarde, às 17.30 horas há uma Vigília com Velas por um acordo a sério em Copenhaga (o tal Real Deal de que se diz "lá fora").
A Carris lança a "farpinha" na página de Internet do seu projecto Menos Um Carro: no domingo, 6 de Dezembro, ciclistas de cidades de todo o mundo vão pedalar pelas ruas com o intuito de mostrar «capacidade e vontade de pessoas comuns em fazer algo contra as alterações climáticas» e em Lisboa não se fala disto.
De acordo com a notícia divulgada pelo projecto corporativo, que "pica" desde cedo no Twitter e no Facebook «o movimento Ride Planet Earth já tem alguns meses mas terá no próximo domingo, a um dia da Cimeira de Copenhaga, o seu ponto “mediático” mais alto», tendo em vista «ajudar a convencer os líderes mundiais a tomar acções concretas» e imediatas.
Há que chamar as coisas pelos nomes e se pensar no que retive de uma conversa com Joaquim Martins Lampreia aqui há uns anos (e ele tem tido tantas sobre o mesmo tema) o que se pretente aqui é fazer lobbying. Calma... Isto só quer dizer que o objectivo é influenciar os decisores políticos no sentido da safisfação de interesses socialmente representativos. Neste caso, os interesses são mesmo de uma importância e urgência indiscutiveis, para nós e para as gerações futuras: os governates mundiais devem decidir-se pelo compromisso de redução das emissões de CO2 até ao acordo de Copenhaga.
O lobbying (com ou sem alteração do grafismo) soa mal para os portugueses na ausência de enquadramento jurídico, mas está perfeitamente legitimado e regulado "lá fora". E vamos convir que, cá dentro, até o nosso Presidente da República faz lobbying, a respeito de Copenhaga quando fala das alterações climáticas como aspecto relevante do contexto de realização da Cimeira Ibero-Americana. Não o ouviram falar ontem?
Bom, se o PR fosse da Geração de 70 o seu discurso poderia ser uma das Farpas (em versão suave e institucional), mas como estamos no século XXI, apetece-me chamar-lhe lobbying. Sim, porque os Chefes de Estado e de Governo vão ter de acertar agulhas e quando prestam declarações, sempre exercem influência, sempre pressionam um bocadinho, sempre se inquietam um ao outro - no bom sentido, claro...
É claro que nós, ciclistas da sociedade civil, somos sensibilizados e levamos a pressionar os decisores a partir de baixo (grass roots lobbying), enquanto que Cavaco Silva se entenderá com o Governo,,tendo este o Parlamento Europeu à perna. Ora, a comunicação social também entra no processo de fazer passar as causas no crivo de quem tem o poder de decidir, até porque atinge e molda amplamente a opinião pública, através do que noticia e do modo como o faz.
Grande salada, não é? Na realidade, no que se refere às alterações climáticas, todos temos papeis a desempenhar, não vale a pena empurrar o assunto para a frente, para cima, para baixo ou para o lado. Toca mas é a pedalar e a andar de comboio! Ou de autocarro, movido a energias alternativas. Carro é que não.
Vamos lá fazer isto pessoa a pessoa, extra-jornalismo? Embora lá passar a palavra por aí nas redes sociais, nos blogs e, mais importante ainda, pegar na bicicleta?... Se for mesmo para mudar de hábitos, vale a pena! Eu cá não vejo grandes condições nas ruas para andar de bicicleta em Lisboa (há que seguir o exemplo de outras cidades do país).
Uma "acção concreta" de cada vez, não é Sr. PR? Ou em inglês, One At A Time, como diz a letra da música que a MTV lançou ontem e cujos lucros de downdload vão direitinhos para a campanha de prevenção do HIV/Sida do mítico canal de música.
O intérprete e autor deste tema chama-se Travis McCoy, é vocalista dos Gim Class Heroes e visitou países onde a Sida assume proporções mais dramáticas, encontrando inspiração nos testemunhos de activistas que, todos os dias, lutam contra a ignorância e a resistência para travar a disseminação do vírus na Àfrica do Sul, Índia e Filipinas.
"Não há coincidências" (e eu não pago direitos de autor porque também não os recebo), mas o projecto Ride Planet Earth começou de modo similar, «com uma viagem a solo» e recolha de testemunhos em diferentes países, diz-nos a Carris. Um ciclista chamado Kim Nguyen resolveu por-se a pedalar entre Brisbane, na Austrália e Copenhaga, na Dinamarca e foi recolhendo «mensagens de pessoas afectadas pelas alterações climáticas» ao longo do caminho, imaginem... É um atleta de folego superior a qualquer umm dos Gim Class Heros mas, lamentavelmente, não sabe cantar.
Também não faz mal. Já há por aí muita música a chorar pelo Planeta, para se ouvir enquanto se anda de bicicleta.
O projecto Ride Planet Earth «tem o transporte ambientalmente sustentável e o impacto das alterações climáticas nos países não-industrializados» e conta já com a adesão de cidades europeias como Barcelona e Madrid (Espanha), Belgrado e Novi Sad (Sérvia), Bucareste (Roménia), Budapeste (Hungria), Copenhaga (Dinamarca), Coventry, Londres, Manchester e Nottingham (Reino Unido), Edimburgo (Escócia), Istambul (Turquia), Maastricht (Holanda), Milão (Itália), Paris (França) Viena (Áustria) e Tiblisi (Geórgia).
Uma "farpinha" para a Carris: é óptimo trazer a iniciativa para Lisboa, mas é falta de chá criticar a desactualização do blog de um senhor de pedala pelo Planeta. Se calhar tem mais que fazer, não? Treinar e assim... Se as empresas que apoiam a iniciativa lhe disponibilizassem assessoria para manter a comunicação em dia é que era!
Critiquem antes esta minha "salada", se vos apetecer...
Já agora, bom almoço para todos.
Imagine uma Bolsa de Valores que funciona como outra qualquer, mas que facilita o encontro entre investidores sociais (doadores) e organizações da sociedade civil com uma actividade relevante e resultados comprovados, nos domínios da educação e do empreendedorismo.
Para muitos portugueses e também para marianos de todo o mundo, a 13 de Outubro é praticamente irresistível falar daquele amor altruísta, que motiva a minimização do sofrimento à nossa volta e a solidariedade para com quem precisa.
Hoje, em boa hora, a concepção, síntese e teste de um novo fármaco com propriedades analgésicas recebeu da Fundação Grünenthal Portugal um prémio no valor de 7500 Euros. A investigação premiada foi desenvolvida por uma equipa multidisciplinar de investigadores de Lisboa e do Porto, composta por Isaura Tavares, do Instituto de Biologia Molecular e Celular (IBMC) e da Faculdade de Medicina do Porto, Marta Ribeiro e Miguel Castanho, do Instituto de Medicina Molecular da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa. Na sequência deste prémio, foi registada uma patente e perspectiva-se já o extraordinário impacto dos desenvolvimentos registados na qualidade de vida de daqueles que diariamente padecem muito para além do que o comum dos mortais pode imaginar, com patologias às quais está associada dor crónica e doenças neurodegenerativas, como o Alzheimer e o Parkinson.
Este Prémio distingue anualmente trabalhos de investigação biomédica que contribuam o avanço do conhecimento na área da Dor.
Do domínio da caridade, a angariação de fundos (Fundraising) é uma forma mais ou menos organizada de captar recursos e contribuir para a prossecução sustentada dos objectivos das mais diversas causas sociais.
Em sentido lato, continua a estar em causa uma questão de “amor ao próximo”, que apresenta um problema: este sentimento tem tanto de primário como de elevado. À semelhança de outros impulsos primários este amor é torpe e falível (por exemplo, quando a esmolazita e o donativo são “presentes envenenados”). Já enquanto sentimento nobre, este mesmo amor é escudado pela ética, à qual a história e o costume chegam mesmo conferir deferência jurídica. É o que acontece quando a prática moral se estabiliza e demonstra que um princípio ético se adequa ao enquadramento legal e à regulação de determinadas relações sociais.
O n.º 22 da Exit (publicação da Dianova) é dedicado precisamente ao tema do “Fundraising – Ética e Transparência na Angariação de Fundos”. De entre os artigos desta edição, correspondente ao trimestre de Outubro/Dezembro de 2009, será vantajoso ler os textos assinados por Cláudia Pedra, Managing Partner da Stone Soup - sobre "O dever ético na Angariação de Fundos" - e Margarida Vaz, Sócia da Baptista, Monteverde & Associados – Sociedade de Advogados RL, Assessora Jurídica da Dianova Portugal - sobre "O Fundraising nas Organizações sem Fins Lucrativos", um texto que revê a evolução da moldura político-legal da angariação de fundos no Terceiro Sector.
Talvez se estejam a cometer alguns erros por aí, com "boas intenções" daquelas que não enchem propriamente o Céu...
Mesmo quem não sabe para que servem as relações públicas (e parece que em tempos de crise ainda há muita gente que não sabe); mesmo quem acha que “relações públicas” significa “falinhas-mansas”, “filho-do-patrão”, porteiro ou comercial; mesmo quem não liga a mínima à comunicação nem a outras "funções não-produtivas” sabe que uma mensagem adquire mais força quando sai da boca de alguém que a opinião pública conhece. Então se a mensagem tiver relevância de uma perspectiva de responsabilidade social tanto melhor, porque saímos todos a ganhar.
As marcas vão aprendendo umas coisas com as pessoas populares - com aquelas que têm alguma coisa relevante para dizer - e depois algumas marcas vão atrás dessa boa gente...
Na verdade, as marcas têm aprendido tanto que hoje são elas que colocam chavões sociais na boca das figuras públicas. E fazem-no com cautela, porque as marcas - à semelhança das pessoas - fogem da má reputação como o diabo da cruz!
A verdade acerca de Michael Jackson será porventura um difícil exercício jornalístico, mas os criativos da publicidade conseguem extrair a mensagem essencial da sua história de vida. Talvez não seja assim tão difícil.
Pena que outras mensagens corram o risco de ser silenciadas por questões de reputação (essa tal que é tão dura de construir e tão frágil como um castelo de cartas) quando o caçadores de troféus se multiplicam. Dos mercenários não me apetece falar, mas quanto às mensagens, se nos fazem dar as mãos e pôr os bracinhos no ar enquanto cantamos há que "desconfiar": se calhar, essas mensagens interessam às pessoas... Vale a pena ouvir (com ou sem braços no ar).
Não foi só a reputação de Michael Jackson que ficou virada do avesso com as acusações de abuso de menores, foi toda a sua vida.
Ele sonhava mudar o mundo através da arte e não só, porque os seus múltiplos talentos, recursos e capacidade de mobilização estavam ao serviço de um mundo melhor, que ele acreditava ser possível, acima de tudo, para as crianças. Ele queria literalmente "curar o mundo", começando pelas crianças. E este nosso mundo mediático não só não o curou das suas maleitas como o quis linchar, precisamente por gostar de crianças e poder ajudar muitas, como de facto ajudou (não estou mesmo a ver porque é que ajudar crianças havia de merecer castigo). É irónico, não?...
Agora parece que o sonho de Michael Jackson não pode ser continuado. Em vida, ele não se importava que a Heal the World Foundation (HTWF) prosseguisse esse sonho depois de atingido o objectivo inicial, mas anteontem o seu Estate instaurou um processo contra a Fundação, que quer curar o mundo com palavras demasiado caras para uma ONG.
Não sabem o que é que o Rei da Pop queria dizer com This is it? Aquela "coisa antiga", um bocado à Beatle... Não estão a ver?
Bom, é mais ou menos isto:
"It's all for love: L-O-V-E."
--
Link para Press-release da HTWF
Antónia Adelaide Ferreira, mais conhecida na região do Douro pela "Ferreirinha", vai ter a sua obra de solidariedade retomada através dos tetranetos, João Ferreira Álvares Ribeiro, de 50 anos, e Francisco Ferreira, de 37. Os dois primos e empresários lançaram ontem um novo projecto que permitirá ajudar instituições de solidariedade social. Este ano, a escolha recaiu na Associação Via Nova, que acolhe crianças e jovens carenciados dos nove aos 22 anos.
Baptizado com o nome Adelaide, este projecto social consiste na produção de 200 garrafas de vinho topo de gama, da colheita de 2007, da Quinta do Vallado, propriedade da família Ferreirinha. Estes exemplares únicos serão adquiridos por cem personalidades da sociedade portuguesa que por cada garrafa pagarão 180 euros.
Para promotores da iniciativa, João e Francisco convidaram Artur Santos Silva e António Barreto. Estes têm a missão de divulgar o projecto junto dessas personalidades. E, segundo o DN apurou, quase todas as 200 garrafas únicas já têm, neste momento, um comprador.
A receita totalizará 3600 euros que este ano reverterão para a Associação Via Nova de Vila Real, na região do Douro. Criada em 2004, a associação, uma instituição particular de solidariedade social, exerce a sua actividade em instalações provisórias na cidade de Vila Real, e tenta proporcionar aos cerca de 20 jovens, dos 9 aos 22 anos, que tem a seu cargo, melhores condições de vida, visando a sua inserção na sociedade.
João Ferreira Ribeiro adiantou que sempre que a colheita do vinho da Quinta do Vallado tenha a qualidade exigida, ele e o primo lançarão uma nova promoção. E a receita reverterá sempre para uma instituição de solidariedade social do Douro.
O vinho é produzido a partir das vinhas mais antigas da Quinta, onde estão plantadas mais de 40 castas diferentes. Segundo os enólogos, é um vinho único, de enorme concentração, complexidade e elegância, é produzido numa parcela de vinha com 1,5 hectares e uma reduzida produtividade de 300 gramas de uvas por planta, o que faz dele uma raridade.
O Presidente da República proferiu hoje declarações de excepção acerca de um negócio privado. A compra de 30% da Media Capital pela Portugal Telecom levou Cavaco Silva a apelar para "transparência e ética nos negócios". O Presidente reconhece as "dúvidas fortes" que se instalaram na sociedade portuguesa em torno deste negócio e considera "importante que os responsáveis da empresa de telecomunicações expliquem aos portugueses o que está a acontecer entre a PT e a TVI."
"Ogilvy passa a Batata Quente" in Meios & Publicidade, 15-10-2008
Por: Maria João Lima.
Imagens: «Prémio Mercúrio - O Melhor do Comércio»
O BCSD Portugal e a parceria de desenvolvimento do projecto Respons&Ability promovem a acção de formação “A deficiência e a empresa: recrutar, integrar e ganhar”, que tem lugar a 2 de Outubro, pelas 14 horas, no auditório da APL, Gare Marítima de Rocha, Lisboa.