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quarta-feira, agosto 29, 2007

Aprovada a Estratégia Nacional de Desenvolvimento Sustentável

A Presidência do Conselho de Ministros aprovou a Estratégia Nacional de Desenvolvimento Sustentável – 2015 (ENDS) e respectivo Plano de Implementação.

Publicada em Diário da República no passado dia 20 de Agosto (Resolução do Conselho de Ministros 109/2007), a ENDS visa nortear o processo de desenvolvimento do País de uma perspectiva de sustentabilidade, em articulação coerente com os outros instrumentos, planos e programas de acção vigentes ou em preparação (incluindo os que se referem à aplicação dos fundos comunitários até 2013). Este instrumento de orientação estratégica apela também à iniciativa da sociedade civil.

Os 7 objectivos da ENDS servem o propósito integrador de “Retomar uma trajectória de crescimento sustentado que torne Portugal, no horizonte de 2015, num dos países mais competitivos e atractivos da União Europeia, num quadro de elevado nível de desenvolvimento económico, social e ambiental e de responsabilidade social".

  1. Preparar Portugal para a "Sociedade do Conhecimento", acelarando o desenvolvimento científico e tecnológico, e melhorando as qualificações humanas;
  2. Crescimento Sustentado, Competitividade à Escala Global e Eficiência Energética;
  3. Melhor Ambiente e Valorização do Património;
  4. Mais Equidade, Igualdade de Oportunidade e Coesão Social;
  5. Melhor Conectividade Internacional do País e Valorização Equilibrada do Território;
  6. Um Papel Activo de Portugal na Construção Europeia e na Cooperação Internacional;
  7. Uma Administração Pública mais Eficiente e Modernizada.

segunda-feira, agosto 27, 2007

1ª Festa da Solidariedade

A Primeira Festa de Solidariedade tem lugar no Parque da Bela Vista, em Lisboa, no dia 29 de Setembro.
Promovida pela Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade (CNIS), a iniciativa visa ser espaço e ocasião de convívio para Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) e para «todos quantos estão ligados à causa da solidariedade – dirigentes, trabalhadores, utentes, familiares e amigos», afirma o Padre Lino Maia, presidente da CNIS.
A CNIS apela às IPSS para que chamem a si a animação da festa, enviando as suas fichas de inscrição para a Sede da CNIS até dia 10 de Setembro. Será uma festa popular, seguramente com muita música, dança e teatro, para os adultos, e equipamentos de recreio para os mais novos.


Inscrições e informações adicionais:
Rua Júlio Dinis, 931 , 3.º Esquerdo / 4050-327 Porto
Telefone: 22 606 86 14 / Fax: 22 600 17 74 / e-mail:
cnis.porto@mail.telepac.pt

quarta-feira, agosto 15, 2007

As ONG's mais fiáveis

O Business Guide to partnering with NGO's and the United Nations (vd. excerto) é «um produto inovador resultante de uma parceria entre a Dalberg, o Pacto Global das Nações Unidas e o Financial Times, que visa facilitar as parcerias entre empresas e ONG's/agências das Nações Unidas.»
Este guia aponta as 85 Organizações Não Governamentais (ONG) mais fiáveis para o estabelecimento de parcerias, de acordo com uma votação em que participaram mais de 20 mil empresas de todo o mundo. Os factores de selecção foram as capacidades de adaptação, execucação e comunicação.

segunda-feira, agosto 13, 2007

Com muitas reservas...

Imagine o seguinte quadro (as pinceladas são largas, mas porventura familiares):

Precisa assegurar alojamento para jornalistas e convidados de um Evento no Algarve, em Agosto. Consegue uma ou outra reserva, mas o tempo urge - com a aproximação da data do Evento, são cada vez mais os Hotéis algarvios cheios, e cada vez menos as perspectivas de conseguir o número de quartos de que necessita.

Para não correr riscos e avançar a outros níveis de produção, recorre a uma Agência de Viagens e Turismo, que lhe indica Hotéis nos quais os seus Agentes conseguem reservas e avança "preços promocionais de Agente". Quando solicita à Agência que efectue uma reserva, esta requer uma sinalização de 50%, alegando que o Hotel escolhido exige esse pagamento, por estar completo.

Mas o que diz o Departamento de Reservas do Hotel (AKA, o "detector de mentiras")?

  • O Agente - intermediário - ao qual a Agência "encomenda" a reserva, tem crédito junto do Hotel e usufruiu de uma tarifa infra-promocional (a promoção que o próprio Hotel pratica em Agosto corresponde, afinal, ao "preço promocional do Agente").
  • O Agente efectua a reserva em nome do Cliente final sem que este a sinalize, sabendo, à partida, que a uma semana do check-in o Hotel exigirá o pagamento da reserva na integra, ainda que esta não venha a ser confirmada.
  • Afinal, o Hotel nem sequer está cheio na data do Evento - tem quartos para além do necessário.
Quando as condições são claras e os dados avançados verdadeiros, não há nada de mais legítimo do que a retribuição comissional de cada um dos elos, na cadeia de prestação de um serviço. Contudo, neste caso, as informações do Hotel contrariam as informações da Agência, constatando-se que esta última mente acerca do preço praticado, condições de pagamento e política de cancelamentos. E depois, aquando da desistência da reserva, a Agência volta a mentir acerca da sua retirada - a reserva é mantida em nome do Cliente, que não pode reservar nenhum quarto directamente no Hotel (a sua reserva é considerada uma duplicação das reversas do Agente que, canceladas ou não, terão de ser pagas).

A Agência, essa, começa a falar de "possíveis" custos de cancelamento e apela para um argumento de pressão, que destoa na sua prestação global: os deveres a cumprir pelas Agências de Viagens junto dos Agentes com os quais trabalha. Segundo esta Agência, a um mês do check-in tem de ser feito um depósito de 25% no acto da reserva; e a menos de dez dias, costuma pedir-se 50% a 75%, sendo o restante pago quando se levanta a documentação.

Estes deveres, tardiamente apontados, poderão até corresponder à cartilha da prática corrente, mas o melhor mesmo é confirmar as regras do jogo junto da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT), caso a Agência e/ou os seus Agentes sejam associados, e dar conta das situações de abuso e má-fé à Direcção Geral de Turismo.

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