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quarta-feira, maio 09, 2007

Clima é o tema dos Young Creatives 2007

«Sensibilizar as empresas para a importância do combate às alterações climatéricas na sua estratégia de negócio, é o desafio que a organização do "Montepio Young Creatives 2007" fez ontem aos jovens criativos nacionais interessados em participar no festival de Cannes.
"O clima como estratégia de negócio" é o tema do concurso deste ano, uma prova que vai escolher as três duplas - uma de imprensa, outra de televisão e outra de internet - que representarão o nosso país na Young Creative Competition do Festival de Cannes.
Podem participar no concurso, ou seja, em qualquer uma das suas três competições (imprensa, televisão e internet), jovens publicitários com menos de 30 anos. Para concorrerem as duplas têm de criar um anúncio de página simples (na categoria de imprensa), banners publicitários (em cyber) e um filme de 30 segundos para telemóvel (na categoria de televisão).
O regulamento do concurso está disponível em www.maiscinema.pt/jovenscriativos2007.htm. As inscrições de trabalhos podem ser efectuadas até ao dia 18 de Maio.
Paralelamente, decorre o processo de selecção da dupla de estudantes que participará na Academy Roger Hatchuel. Neste caso, o tema proposto pelo concurso é a criação de um evento, a organizar pelo Montepio, com o objectivo de estimular a comunidade para a pró-actividade no que diz respeito à redução das emissões de gases com efeito estufa.
Os vencedores serão seleccionados pelo júri constituído pelos criativos João Roque, Cristiano Zancuoghi, João Ribeiro, Nuno Jerónimo, Judite Mota, Luís Silva Dias, Leandro Alvarez, João Alfredo Beto e João Oliveira. As duplas seleccionadas para viajar até Cannes são conhecidas no dia 5 de Junho.»

Natividade Simões - 9 de Maio de 2007 [Briefing]

terça-feira, maio 08, 2007

1º Congresso sobre Empreendedorismo Social

O 1º Congresso sobre Empreendedorismo Social, que tem lugar no Centro Cultural de Cascais a 25 de Maio, vai lançar o conceito e o debate sobre Empreendedorismo Social (ES) em Portugal, deixando clara a distinção existente entre caridade/solidariedade social e Empreendedorismo Social.

segunda-feira, maio 07, 2007

G8

Para além de acolher a Presidencia rotativa da União Europeia, a Alemanha é agora palco de uma reunião de Ministros do Trabalho do G8 (7 países mais industrializados e Rússia). Iniciado a 6 de Maio em Dresden, este encontro de 3 dias antecede e prepara a reunião da Cúpula do G8 - Chefes de Estado e Governo - que terá lugar em Heiligendamm.
Entre os temas que estão em cima da mesa na reunião de Dresden contam-se os aspectos sociais da globalização - é caso para dizer que os lobies constituidos para pressionar o G8 a assumir as responsabilidades sociais decorrentes do poder começam a ter eco, pelo menos no plano das intenções expressas.
Os Ministros da Alemanha, França, Grã-Bretanha, Itália, Estados Unidos, Canadá, Japão e Rússia debatem estratégias para aumentar a oferta de emprego, a melhoria do sistema de segurança social nos países emergentes e em desenvolvimento (representados na reunião por dignatários da China, Índia, México, Brasil e África do Sul), e ainda a responsabilidade social das empresas.
No início da reunião, Franz Müntefering, Ministro do Trabalho alemão e anfitrião do encontro, exigiu que os países do G8 considerem a esfera social fundamental e permanente nas deliberações. "Economia, ecologia e o sociedade devem desenvolver-se de maneira paralela e equilibrada", disse o também vice-chanceler alemão, que considera que uma globalização preocupada com os aspectos sociais "trará bem-estar a todas as pessoas do mundo, será aceite e, com isso, contribuirá para promover a paz".
Para Müntefering, o G8 tem de "levar ao mundo a ideia de que o social é uma potente força economica", sendo urgente contribuir para que a protecção social se estenda aos países emergentes e em desenvolvimento. Actualmente, apenas 20% dos habitantes do planeta desfrutam de "uma protecção social boa ou, pelo menos, suficiente", e impõe-se a generalização de padrões como os da Organização Mundial do Trabalho (OMT). Aguardemos a tradução prática deste discurso.
Participam na reunião 120 especialistas, entre representantes da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Económico (OCDE), da OMT, do Banco Mundial e de várias empresas com ampla actuação social.

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