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domingo, julho 30, 2006

Especial Economia Portuguesa

De acordo com a newsletter NextBolsa, o índice de confiança na evolução da economia a curto prazo, medido pelo Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG) em Julho, subiu face ao mês de Junho.
Este índice é calculado qualitativamente com base na média simples de valores entre 0 e 100, atribuídos por 16 professores do Instituto, e quantitativamente através de valores avançados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) e de relatórios de instituições especializadas na actividade económica.
A NextBolsa recorda que «o INE já tinha avançado que, relativamente ao segundo trimestre do ano a actividade económica tinha mostrado melhorias e que pela conjuntura seria uma tendência a manter, tanto que o Banco de Portugal tinha revisto em alta a previsão de crescimento para 2006. A reiterar estes dados está do lado da oferta uma trajectória positiva no que diz respeito a alguns subsectores da indústria e dos serviços. Mas o grande impulsionador foi mesmo a procura externa enquanto que a interna apresenta uma estagnação admitindo-se um agravamento no investimento e um ligeiro crescimento do consumo privado. A inflação continua a aumentar mas no último mês do trimestre apresentou já um abrandamento o que fez com que o diferencial deste indicador relativamente à zona Euro voltou a diminuir. Embora toda esta informação seja animadora, Victor Constâncio já alertou para o facto de que Portugal só conseguirá um crescimento com valores próximos dos valores médios da Europa muito provavelmente em 2008

sábado, julho 29, 2006

Produtos Florestais e Sustentabilidade

Em "época alta" de incêndios, todos somos chamados a assumir comportamentos preventivos e de cidadania, ainda que para a indústria de produtos florestais as exigências a montante e juzante sejam acrescidas.
Para orientação das empresas, o BCSD Portugal lançou a versão portuguesa da publicação "A Indústria Sustentável de Produtos Florestais - Carbono e Alterações Climáticas".
O lançamento ocorreu a 27 de Julho, integrado numa conferência que teve lugar no Auditório do Metro de Lisboa, com o patrocínio da Associação de Indústria Papeleira (CELPA).

sexta-feira, julho 14, 2006

Estratégia Nacional de Desenvolvimento Sustentável

A Estratégia Nacional de Desenvolvimento Sustentável (ENDS) foi aprovada na generalidade pelo Conselho de Ministros a 8 de Junho.
Em fase de discussão pública, a ENDS consagra uma perspectiva de cidadania alargada e aprofundada na concretização dos vectores chaves da Estratégia de Lisboa (o crescimento e o emprego), visando (re)lançar o crescimento sustentado, a competitividade e a atractividade do país até 2015, «num quadro de elevado nível de desenvolvimento económico, social e ambiental e de responsabilidade social».

terça-feira, julho 04, 2006

PORTUGAL: Marca empresarial

« O Programa Marca Portugal vai ser lançado publicamente em Setembro de 2006. Este programa, a executar pelo ICEP, é gerido pelo Ministério da Economia e da Inovação e tem, entre outros, os objectivos genéricos seguintes: ...

Este programa, a executar pelo ICEP, é gerido pelo Ministério da Economia e da Inovação e tem, entre outros, os objectivos genéricos seguintes:

– Melhorar a reputação internacional de Portugal enquanto país;

– Contribuir para uma cultura organizacional das empresas portuguesas mais orientada para o mercado global e mais centrada na marca e nos factores intangíveis de diferenciação e valorização da oferta.

O Programa, em causa, desenvolverá um conjunto de acções, com objectivos específicos enquadrados em diferentes eixos, a saber:

Eixo 1 - Padrão Portugal;
Eixo 2 - Clube de Marcas Portuguesas;
Eixo 3 - Difusão de Portugal;
Eixo 4 - Acções Portugal Marca nos Mercados;
Eixo 5 - Portugal Acolhe;
Eixo 6 – Prefiro Portugal;
Eixo 7 – Medir para Gerir.

Sublinhamos, entre estes diferentes eixos, o interesse e oportunidade do Eixo 2 – Clube de Marcas Portuguesas.
Com efeito, as marcas fazem parte do nosso imaginário e a percepção externa do sucesso do país passa também, naturalmente, pela visibilidade que as marcas portuguesas têm nos diferentes mercados pelo que é relevante e decisivo o reforço das mesmas, na senda da certificação, com vista ao objectivo global de reposicionamento do País como se pretende com a implementação do Programa Marca Portugal.
Num estudo de 2004, a merecer actualização, a APEME, Área de Planeamento e Estudos de Mercado, concluía pelo reforço do conceito da marca, no espírito e na prática dos consumidores portugueses que relevam cada vez mais a qualidade, a diversidade e a segurança no momento da sua escolha.
Sensíveis a esta mudança de atitude dos consumidores portugueses, as empresas também têm mudado e «interiorizaram» (ou estão em vias de o fazer) quanto à necessidade de diferenciação dos seus produtos, incorporando inovação e distinção, com vista à melhor satisfação daqueles.
Deste estudo retira-se, igualmente, que os consumidores portugueses começam a "despertar" para a Responsabilidade Social das Empresas, projectando-a na sua atitude de aquisição das marcas comercializadas pelas referidas empresas.
E, o mesmo se diga das próprias empresas.
Segundo o Livro Verde da Comissão Europeia sobre a Responsabilidade Social das Empresas "é cada vez maior o número de empresas que promovem estratégias de responsabilidade social como reacção a diversas pressões de natureza social, ambiental e económica. Pretendem, assim, dar um sinal às diversas partes interessadas com as quais interagem: trabalhadores, accionistas, consumidores, poderes políticos e organizações não governamentais. Ao procederem desta forma, as empresas estão a investir no seu futuro e esperam que este compromisso voluntário contribua para um aumento da sua rendibilidade". [Continua

Excerto de artigo de opinião de Alexandre Safont Tavares
(Jornal de Negócios, 3 de Julho de 2006)

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